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Resumo: De 01/06/2017 até 07/06/2017

Autora: Adriana Girodo Visualizações: 46

Andreia Lameira colocou este texto:

“Sobre os felizes”

Existem pessoas admiráveis andando em passos firmes sobre a face da Terra. Grandes

homens, grandes mulheres, sujeitos exemplares que superam toda desesperança. Tenho a

sorte de conhecer vários deles, de ter muitos como amigos e costumo observar suas ações

com dedicada atenção. Tento compreender como conseguem levar a vida de maneira tão

superior à maioria, busco onde está o mistério, tento ler seus gestos e aprendo muito com eles.

De tanto observar, consegui descobrir alguns pontos em comum entre todos e o que mais me

impressiona é que são felizes. A felicidade, essa meta por vezes impossível, é parte deles, está

intrínseco. Vivem um dia após o outro desfrutando de uma alegria genuína, leve, discreta,

plantada na alma como uma árvore de raízes que força nenhuma consegue arrancar.

 

Dos felizes que conheço, nenhum leva uma vida perfeita. Não são famosos. Nenhum é

milionário, alguns vivem com muito pouco, inclusive. Nenhum tem saúde impecável, ou uma

família sem problemas. Todos enfrentam e enfrentaram dissabores de várias ordens. Mas

continuam discretamente felizes.

 

O primeiro hábito que eles têm em comum é a generosidade. Mais que isso: eles têm prazer

em ajudar, dividir, doar. Ajudam com um sorriso imenso no rosto, com desejo verdadeiro e

sentem-se bem o suficiente para nunca relembrar ou cobrar o que foi feito e jamais pedir algo

em troca.

 

Os felizes costumam oferecer ajuda antes que se peça. Ficam inquietos com a dor do outro,

querem colaborar de alguma maneira. São sensíveis e identificam as necessidades alheias

mesmo antes de receber qualquer pedido. Os felizes, sobretudo, doam o próprio tempo, suas

horas de vida, às vezes dividem o que têm, mesmo quando é muito pouco.

 

Eu também observo os infelizes e já fiz a contraprova: eles costumam ser egoístas. Negam

qualquer pequeno favor. Reagem com irritação ao mínimo pedido. Quando fazem, não perdem

a oportunidade de relembrar, quase cobram medalhas e passam o recibo. Não gostam de ter a

rotina perturbada por solicitações dos outros. Se fazem uma bondade qualquer, calculam o

benefício próprio e seguem assim, infelizes. Cada vez mais.

 

O segundo hábito notável dos felizes é a capacidade de explodir de alegria com o êxito dos

outros. Os felizes vibram tanto com o sorriso alheio que parece um contágio. Eles costumam

dizer: estou tão contente como se fosse comigo. Talvez seja um segredo de felicidade, até

porque os infelizes fazem o contrário. Tratam rapidamente de encontrar um defeito no júbilo do

outro, ou de ignorar a boa nova que acabaram de ouvir. E seguem infelizes.

 

O terceiro hábito dos felizes é saber aceitar. Principalmente aceitar o outro, com todas as suas

imperfeições. Sabem ouvir sem julgar. Sabem opinar sem diminuir e sabem a hora de calar.

Sobretudo, sabem rir do jeito de ser de seus amigos. Sorrir é uma forma sublime de dizer: amo

você e todas as suas pequenas loucuras.

 

Escrevo essa crônica, grata e emocionada, relembrando o rosto dos homens e mulheres

sublimes que passaram e que estão na minha vida, entoando seus nomes com a devoção de

quem reza. Ainda não sou um dos felizes, mas sigo tentando. Sigo buscando aprender com

eles a acender a luz genuína e perene de alegria na alma. Sigamos os felizes, pois eles sabem

o caminho…

 

(Autora: Socorro Acioli – Escritora)


Rosângela postou o vídeo “Tinha que ser brasileira”


Falando sobre Honestidade

Gian postou:

– https://www.youtube.com/watch?v=zRF6uXDPNyE

Falando da importância de quem discorda de você para te manter alerta e sair da acomodação

https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=1588315981471588&id=1382656215370900

Gabriel , o Pensador e a Honestidade

http://g1.globo.com/fantastico/videos/t/edicoes/v/descubra-por- que-a- dinamarca-tem- os-

politicos-menos- corruptos-do- mundo/5837119/

Falando sobre a honestidade na Dinamarca